Este blogue é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes, pelo que os conteúdos nele constantes, não podem ser entendidos como opinião generalizada dos anti-touradas. Agradeço que aqueles que ficarem com dor de corno, apenas me ataquem a mim.
Declaração
O blogue que se segue pode conter linguagem susceptível de ferir a sensibilidade dos leitores, pelo que se agradece que pense duas vezes antes de espreitar.
Todas as palavras aqui postadas NÃO SÃO OFENSAS GRATUITAS. São pagas, desde há séculos, com o sofrimento de milhares de touros.
Enquanto os aficionados ofenderem a minha sensibilidade, eu sinto-me no direito de ofender a deles.
Todas as palavras aqui postadas NÃO SÃO OFENSAS GRATUITAS. São pagas, desde há séculos, com o sofrimento de milhares de touros.
Enquanto os aficionados ofenderem a minha sensibilidade, eu sinto-me no direito de ofender a deles.
terça-feira, 16 de março de 2010
E vivam as touradas!
Porque quem vai às touradas gosta da beleza desta arte!
E já agora, porque não o argumento: o cavalo nasceu para isto!?
O prazer de uma boa espetada
A Playstation também é pedagógica!
Lá fora, a tourada é vista com tão bons olhos, que a Capcom criou, como um dos maiores VILÕES dos jogos de luta (Street Fighter) o VEGA, que nada mais é do que um toureiro...E o mais curioso é que esta personagem é caracterizada como sendo nobre durante o dia e um sádico assassino à noite. Não é que os japoneses conseguiram uma descrição perfeita dos toureiros?
Vamos fingir que somos valentes?
Agora decidiram criar umas bandarilhas especiais para que os forcados não se magoem, quando vão fazer a pega.
Isto começa a ficar ridículo.
Quer dizer, os tipos não pegam em pontas, os corninhos têm de estar embolados e, agora, esta palhaçada das bandarilhas com quebra automática.
Anos e anos de tradição e, ainda, vamos acabar por ver os forcados a usar capacete, protecção nos dentes, colete à prova de balas e sabe lá mais o quê... talvez uma armadura e um elmo!
Mas as novas gerações de forcados são mariquinhas pé de salsa? A ideia não é a luta ser a mais justa possível?
Isto começa a chegar a um ponto em que o forcado vai ser visto como a fera e o touro como o fraquinho. A partir daí, é começar a fazer criação de forcados em ganadarias e inverter os papéis.
Quer dizer, os tipos não pegam em pontas, os corninhos têm de estar embolados e, agora, esta palhaçada das bandarilhas com quebra automática.
Anos e anos de tradição e, ainda, vamos acabar por ver os forcados a usar capacete, protecção nos dentes, colete à prova de balas e sabe lá mais o quê... talvez uma armadura e um elmo!
Mas as novas gerações de forcados são mariquinhas pé de salsa? A ideia não é a luta ser a mais justa possível?
Isto começa a chegar a um ponto em que o forcado vai ser visto como a fera e o touro como o fraquinho. A partir daí, é começar a fazer criação de forcados em ganadarias e inverter os papéis.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Hora do recreio
Para provar que são merecedores de tal condição, demonstram como são os seus 400 metros barreiras.
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